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By Ricardo Delallíbera / out, 27
A recente controvérsia envolvendo a bispa Mariann Edgar Budde, Bispa que fez apelo a Trump, e o atual presidente, sem dúvida, chamou atenção nos Estados Unidos e também no mundo. Após um sermão direto, crítico e profundamente reflexivo, a líder religiosa afirmou que não pedirá desculpas por suas declarações. Isso, como era de se esperar, gerou intensos debates sobre liberdade religiosa, compaixão e, acima de tudo, liderança.

Foto de Mariann Edgar em sua rede social
Mariann Edgar Budde é uma das figuras mais influentes da Igreja Episcopal nos Estados Unidos. Ela atua como bispa da Diocese Episcopal de Washington, liderando uma comunidade religiosa comprometida com valores de inclusão, justiça social e defesa de direitos humanos.
Nascida em 1959, Budde, desde o início de sua trajetória, mostrou-se uma defensora fervorosa de causas progressistas dentro da igreja. Não por acaso, ela aborda constantemente temas como os direitos da comunidade LGBTQIA+, a imigração e, por último, mas não menos importante, a igualdade racial. Assim que assumiu a liderança na diocese, destacou-se como uma voz firme contra injustiças, o que frequentemente atrai atenção por suas posições claras em questões que são, inegavelmente, polêmicas.

Impactante Sermão em Evento Solene: Reflexões sobre Justiça e Liderança
No início de janeiro, durante um sermão na Catedral Nacional de Washington, Mariann Edgar Budde fez, sem meias palavras, um apelo público a Donald Trump, atual presidente dos Estados Unidos. Suas palavras, obviamente, foram um chamado à compaixão e à misericórdia em relação às políticas de imigração e à inclusão de minorias sociais, como a comunidade LGBTQIA+.
Em seu discurso, ela disse:
“Como líderes, somos chamados a demonstrar misericórdia e compaixão, especialmente para os mais vulneráveis. Meu apelo ao presidente é que ele use sua influência para promover união, em vez de divisão.”

Naturalmente, Donald Trump não deixou o sermão passar em branco. Ele, como era de se esperar, criticou publicamente a bispa, classificando-a como uma “esquerdista radical” e, além disso, exigindo um pedido de desculpas por sua postura. Trump também afirmou que líderes religiosos deveriam, em sua visão, “focar mais na fé e menos na política”.
Apesar disso, a bispa Mariann foi enfática em sua resposta. Declarou, sem hesitar:
“Eu não sinto necessidade de me desculpar por um pedido de misericórdia. Como cristã, acredito que minha missão é defender os marginalizados e clamar por compaixão, mesmo quando isso incomoda.”
Esta não é a primeira vez que a bispa Mariann Edgar Budde se posiciona de forma firme em questões políticas e sociais. Por exemplo, em 2020, ela criticou o uso da igreja de St. John, em Washington, como pano de fundo para uma sessão de fotos de Donald Trump, logo após protestos contra violência policial.
Ao longo de sua carreira, a bispa Budde:
Em primeiro lugar, defendeu publicamente os direitos dos imigrantes, condenando políticas de separação de famílias.
Trabalhou para ampliar a inclusão de membros LGBTQIA+ na Igreja Episcopal.
Criticou duramente políticas que marginalizam comunidades vulneráveis, baseando-se, acima de tudo, nos ensinamentos cristãos de compaixão e justiça.
Sem sombra de dúvidas, o sermão de Mariann Edgar Budde não é apenas uma mensagem religiosa; é, na verdade, um exemplo claro de como líderes religiosos podem, e devem, influenciar a sociedade. Ao usar sua plataforma para destacar temas como empatia e justiça, a bispa provocou, como era de se esperar, um debate importante sobre o papel da religião na política.
Por um lado, seus apoiadores argumentam que ela está apenas cumprindo seu dever como líder espiritual. Por outro lado, seus críticos acreditam que a igreja deve se manter distante de questões políticas. Isso, portanto, reflete a divisão mais ampla na sociedade americana.
A recusa da bispa em se desculpar não é, de forma alguma, uma questão de orgulho. Para ela, trata-se, acima de tudo, de princípios. Em suas próprias palavras, ela explicou:
“Rezar por líderes não significa concordar com eles. Significa buscar o melhor para a humanidade, mesmo quando enfrentamos resistência.”
Ao optar por não pedir desculpas, Mariann Edgar Budde reforça, de maneira inequívoca, a importância de sua mensagem e reafirma seu compromisso com os valores cristãos que defende.
A postura da bispa, sem dúvida, gerou discussões acaloradas dentro e fora da comunidade religiosa. Muitos líderes religiosos expressaram solidariedade a Budde, destacando a necessidade de líderes espirituais abordarem questões de relevância social.
Por outro lado, grupos mais conservadores criticaram sua postura, argumentando que a religião deve ser neutra em relação à política. Esse debate, por sua vez, reflete a divisão mais ampla na sociedade americana sobre o papel da fé em questões públicas.

A sexualidade da Bispa Mariann Edgar Budde não é amplamente discutida na internet. Ela é mais conhecida por seu papel como líder da Diocese Episcopal de Washington e por seu ativismo em questões sociais e políticas, especialmente na defesa de direitos humanos e igualdade.
Contudo, em suas redes sociais, esta um verdadeiro caldo de informações da comunidade escandalosa. Entre elas, esta suas fotos de família à sua participação na igreja Episcopal, além de um verdadeiro verdadeiro Book LGBT.
Contudo, se a Bispa Mariann é gay ou não, isso nunca vai ser um impessílio para sua doutrina religiosa. Afinal, atualmente, qualquer um pode virar pastor hoje em dia. Basta fazer um cursinho de uma semana, falar que aceitou Jesus e esta tudo certo.
Por fim, a história da Bispa que fez apelo a Trump , sem dúvida, mais do que um conflito entre uma líder religiosa e um presidente. Na verdade, uma narrativa que ilustra o poder da fé como instrumento de transformação social e o desafio de equilibrar princípios espirituais com pressões políticas.
Ao se recusar a pedir desculpas, a bispa reafirma, sem sombra de dúvidas, seu compromisso com os valores que acredita serem centrais ao cristianismo. Sua postura serve como um lembrete de que a liderança verdadeira muitas vezes exige coragem e resiliência.
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Jamal Al-Baghdadi é formado em jornalismo, reconhecido por sua dedicação em publicar diversos conteúdos. Com anos de experiência cobrindo matérias como tecnologia, política e conflitos internacionais.
Há 3 comentários
Mariza Santos on 29 abr, 2025
Trump não tem que se curvar para esta classe. Basta olhar como esta o estado da California e dar uma voltinha por Los Angeles, para ver como esta a crescente criminalidade por causas dos Imigrantes. Lojas saqueadas, Assaltos e assassinatos. Tudo isso é culta dos latinos e especialmente de brasileiros.
Monica Oliveira on 30 abr, 2025
Vamos ver o que vai acontecer no decorrer do tempo. Acredito que o Trump vai deportar muito mais pessoas.
Rodrigo Maia on 30 abr, 2025
E não tem que pedir nada mesmo não. Ela não roubou nada.